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Estrutura Global & Regulação Avançado

O perímetro regulatório europeu

Autorização, custódia e comunicação passaram a ter forma definida. O que isso muda para quem escolhe um provedor.

Autoria
FINOVEX Academy
Texto gerado por IA
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11 min de leitura
Passagem delimitada por um portão, como metáfora do alcance de uma autorização.

O marco europeu para mercados de criptoativos organizou em regra escrita o que antes variava por país: quem pode prestar serviço, sob qual autorização, com qual separação patrimonial e sob qual dever de informação ao cliente.

O que o marco endereça

  • Autorização e supervisão do prestador de serviços de criptoativos.
  • Requisitos aplicáveis a emissores de tokens referenciados a ativos e a moeda eletrônica.
  • Segregação entre ativos do cliente e ativos do prestador.
  • Regras de comunicação comercial e de divulgação de risco.
  • Tratamento de abuso de mercado nos ativos abrangidos.

O que ele não faz

O marco não elimina risco de preço, não garante retorno e não converte um ativo volátil em instrumento protegido. Ele estabelece deveres para quem presta o serviço - e é isso, e apenas isso, que o investidor deve ler nele.

Como usar isso na escolha de um provedor

Verifique a entidade legal contratante, a autorização que ela efetivamente detém, o registro público correspondente e como os ativos do cliente são segregados. Uma marca comercial não é uma entidade autorizada, e presença num país não equivale a autorização nele.

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