Segurança & Controlo Avançado
Governação de acesso ao património
Um património que depende de um único segredo depende de uma única pessoa. Como distribuir esse poder sem perder o controlo.
- Autoria
- FINOVEX Academy
- Texto gerado por IA
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Em património digital, controlo é acesso. Quem consegue assinar, dispõe. Toda estrutura de proteção séria começa por reconhecer isso e por separar quem pode iniciar uma operação de quem pode concluí-la.
Separar iniciativa de aprovação
A regra dos quatro olhos existe há séculos na custódia patrimonial e não perdeu utilidade: quem propõe a transferência não é quem a autoriza. Aplicada a ativos digitais, ela transforma um erro individual - ou uma coação - num evento que precisa de cumplicidade para se concretizar.
O inventário que quase ninguém tem
Antes de qualquer controlo, é preciso saber o que existe: quantas chaves, onde estão, quem as detém, qual dispositivo assina o quê e o que acontece se cada um desses elementos desaparecer amanhã. Sem inventário, o plano de continuidade é ficção.
- Registe cada chave, o seu detentor e o seu propósito.
- Defina limites por operação e por período, com aprovação distinta acima do limite.
- Mantenha lista de endereços autorizados e um período de espera para incluir novos.
- Ensaie a recuperação com quem herdaria o acesso, e não apenas com quem o opera.
Um controlo que nunca foi testado não é um controlo. É uma intenção.